segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Resiliência

Segundo o dicionário, resiliência é a capacidade de superar, de se recuperar de adversidades. Pois é, tenho desenvolvido essa habilidade durante esse curso de Pedagogia, mas ainda nesse semestre.
Inventei de fazer uma especialização em EAD e tem sido um rolo: as provas caíram no mesmo dia da graduação. Foi um tal de 2a chamada, estresse e dinheiro voando.
Além disso, meu grupo da UNIFACS teve que planejar uma oficina em espaço não escolar. Eliane arrumou o espaço da Igreja que ela frequenta, lá em Itapuã. Tudo planejado, mas quase nada saiu como imaginávamos. Haja resiliência!
O público não era o esperado. Os slides e as atividades eram voltados para um público adulto e tivemos que adequar na hora a um time de adolescentes. Quem falaria sobre estresse, trabalho, sedentarismo e autogestão da saúde, mudou para Facebook e a falta de esportes.
Os slides foram apresentados de forma aleatória de acordo com o que cada uma lembrava de falar. Ai, que nervoso e tristeza!
Para uma perfeccionista de plantão foi o fim do mundo! Havíamos adiado porque não tínhamos decidido quase nada, no entanto, no dia D foi tudo no improviso!
Penso que, para mim, é fundamental passar por esses momentos a fim de aprender novas formas de encarar os imprevistos.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Projeto de Oficina sobre Saúde e Qualidade de Vida

 “... Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro esquecem do presente de forma que acabam por não viver nem no presente nem no futuro. E vivem como se nunca fossem morrer... e morrem como se nunca tivessem vivido.”
Dalai Lama

1. TEMA: SAÚDE E QUALIDADE DE VIDA

2. OBJETIVOS

2.1 Geral

A partir das dinâmicas e informações, transmitir a importância de uma vida com qualidade.

2.2 Específicos

Aferir o nível de informação sobre saúde e qualidade de vida;
Conhecer meios de se obter uma vida saudável;
Vivenciar práticas de relaxamento e alongamento adaptadas à rotina corrida e sedentária;
Compreender conceitos e procedimentos básicos sobre atividade física, saúde e qualidade de vida e como eles se relacionam;
Autoavaliar seus hábitos de vida;
Desenvolver o hábito por alimentos saudáveis;
Praticar atividades físicas.


3 CONTEÚDOS

Atividade física e saúde;
Relaxamento; 
Conceitos de qualidade de vida;
Alimentação saudável. 

4 JUSTIFICATIVA

O estilo e o ritmo de vida que levamos nos dias atuais têm afetado nossa qualidade e expectativa de vida. 
Entre os fatores importantes, pode-se destacar a ausência de exercícios físicos. O sedentarismo está entre as principais patologias que afetam a população brasileira, acarretando sérias complicações para a saúde dos indivíduos. Conforme reportagem da revista Runner’s World, apenas 14,7% dos adultos fazem atividades físicas por 30 minutos diários, cinco vezes por semana.
Para agravar a situação, a forma de lazer escolhido pelos brasileiros é a televisão. A pesquisa mostrou que 25,8% dos adultos passam três ou mais horas em frente à TV por cinco vezes ou mais na semana.  
Destaca-se também nesse cenário a alimentação e sua importância para a qualidade de vida. Em um mundo extremamente industrializado e com o tempo “reduzido”, as pessoas são tentadas, no seu dia a dia, a comerem em fast foods, excluindo do seu cardápio diário alimentos que auxiliam na disposição e na saúde da mente e do corpo.
Somado a isso, o computador, como principal instrumento de trabalho em muitos locais e também de lazer, colabora para que as pessoas fiquem muito tempo sentadas e fazendo movimentos repetitivos, o que resulta em dores musculares e/ou ósseas, problemas de visão e outros distúrbios. 
A situação é tão grave que o governo federal instituiu, em 2006, a Política Nacional de Promoção da Saúde, com incentivos financeiros aos estados e municípios para ações de estimulo à prática de exercícios físicos, alimentação saudável e construção de espaços de convivência e lazer.   
Logo, é importante ter ciência que o movimento é uma necessidade vital do ser humano, além de proporcionar momentos de aprendizagem. Ao praticar um esporte as pessoas descarregam o estresse, expressam sentimentos e o modo de sentir e perceber o mundo. Além disso, reservar até uma hora por dia, pelo menos, para cuidar de si proporciona esse bem estar.
A prática de exercícios físicos e a adoção de uma alimentação saudável são fundamentais para prevenir a obesidade, reduzir o risco de morte por infarto ou derrame, além de combater o estresse e a depressão - males que assolam a muitos no dia a dia agitado de uma cidade como Salvador.
Portanto, a “Oficina de Saúde e Qualidade de Vida” veio para contribuir com a conscientização sobre a importância da gestão da própria saúde, estando atento aos hábitos diários na vida pessoal e no exercício da profissão. Apesar de ser de alcance reduzido, o primeiro passo será dado.

5 METODOLOGIA

A “Oficina de Saúde e Qualidade de Vida” será desenvolvida no espaço da Igreja Pentecostal Fruto do Espírito Santo e direcionada para o público a partir de 16 anos da mesma.

1º Momento (20 min)

Neste 1º momento, a equipe ministrante fará a “Dinâmica do Papel”, com a finalidade de conhecer os participantes e descontrair o ambiente. 
As pessoas recebem um pedaço de papel e uma caneta. Cada um deve escrever qualquer pergunta.
São recolhidos os papéis, embaralhados e cada indivíduo retira um papel, que não seja o seu, para responder a pergunta que pescou.
Depois que todos responderem sem um ver o do outro, cada um vai dobrar seu papel e vai passar 2 vezes para seu lado direito.
Depois, uma pessoa começa lendo o que está em seu papel e em seguida a pessoa do lado direito vai ler o que está escrito na RESPOSTA dela, e assim sucessivamente. A mesma que respondeu a resposta vai ler a sua pergunta e o vizinho ao lado responderá a sua resposta.

2º Momento (40 min)

Neste momento, será realizado um diagnóstico através de uma conversa informal referente às atividades e à rotina de cada um: Quem faz algum exercício físico? Quem trabalha mais de 8 horas por dia? Qual a sua atividade?

Para a introdução sobre Qualidade de Vida, será apresentado o vídeo de Cócegas.
A partir daí, será introduzido o assunto através de slides, apresentando dicas práticas possíveis de serem realizadas mesmo em um dia-a-dia corrido. 

3º Momento (10 min)

Convidar o público a vivenciar a ginástica laboral para relaxamento e alongamento.

4º Momento (15 min)

Será servido um coffee-break com alimentos saudáveis, como frutas, sucos e pães integrais.

5º Momento (5 min)
A equipe ministrante apresentará o vídeo “Alimentação Saudável Baseada na Pirâmide Alimentar” (https://www.youtube.com/watch?v=bdNXNuz_4dM)

6° Momento (15 min)

Para reforçar o que foi apresentado no momento anterior, a equipe convidará o público a participar da atividade “Prato do Dia”. Para isso, os ministrantes apresentarão palavras de comidas a serem alocadas no prato, observando a pirâmide de alimentos.

7º Momento (15 min)

Agora, é a hora da avaliação da ação educativa.
Proporemos que a turma seja dividida em grupos de 5 integrantes. 
Disponibilizaremos imagens e cartolinas, para que as equipes debatam e criem cartazes sobre o tema da oficina.
Entregaremos aos participantes o questionário (em anexo) para que eles avaliem a oficina.

8º Momento (5 min)

Para finalizar, passaremos um vídeo que exige a participação do público: “Ginástica do Bom Humor”. 
(http://www.youtube.com/watch?v=Ee6SJG2_ghg)



6 AVALIAÇÃO 
A  avaliação será processual, ou seja, pautada na observação das interações e conhecimento construídos pelo participante durante as dinâmicas e a atividade do cartaz. 

Entende-se também que a avaliação dos ministrantes e do evento pelo público é fundamental para saber se a ação atingiu seus objetivos de aprendizagem. Portanto, a equipe proponente do projeto em questão disponibilizará questionários aos participantes.


7 RECURSOS

Internet
Computador
Cartolina, canetas, hidrocor, cola, tesoura

8 CRONOGRAMA

Data: 19/10/2013, das 9 às 11:30h
Carga Horária: 2:30 h



9 PÚBLICO ALVO

A partir de 17 anos

10 LOCAL

Espaço de Eventos da Igreja Pentecostal Fruto do Espírito do Santo, situada à Av. Dorival Caimmy, 999, Itapoã.


11 DIVULGAÇÃO

A divulgação será feita através de cartaz na própria Igreja.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

E já está rendendo frutos

Pois é... A tão sonhada promoção chegou!
A minha entrevista foi boa, mas acredito que o mérito foi os argumentos utilizados. Depois que comecei a estudar Pedagogia, criei base para conversar sobre pessoas, relações e conhecimento. Isto muito me ajudou.
Dissertei sobre Gestão do Conhecimento, sobre a importância da Educação em qualquer lugar e como essa formação tem me ajudado.
Além disso, procurei falar sobre o livro "O Poder dos Quietos", de Susan Cain. Ela fala sobre o soft power: os quietos são persistentes, tem foco e acabam conquistando o que querem. Acredito que a minha ousadia de defender o meu perfil para a empresa ajudou muito.
Agora, começa a ansiedade da mudança!

09.2013

sábado, 24 de agosto de 2013

Recomeçando ...

5º Semestre! As coisas vão se definindo, vamos enxergando finalmente o que queremos. Nesse momento estou iniciando a pós em EAD e planejo, ao final desses dois cursos, fazer um Mestrado em Gestão do Conhecimento.
Minha ideia é trabalhar em espaços não escolares, estou tentando traçar esse caminho.
No entanto, minha atenção está um pouco dividida esses dias entre o concurso do MPU para Analista (área Educação), processo seletivo lá na empresa e outros planos que a cabeça vive tramando.
Tenho vontade de trabalhar com crianças, mas a realidade das escolas tem me deixado muito desanimada, nem sei se tenho estrutura emocional para isso. Pretendo educar crianças em espaços não escolares, seja ONG ou projetos pedagógicos. De maneira informal, já fiz algumas vezes em Santiago do Iguape e foi muito bom.
Entretanto, o foco é trabalhar com Educação em empresas, com educação corporativa e buscar outros caminhos fora do local em que estou. Respirar fora da caixinha.
Vou conseguir trilhar uma nova vida profissional, mas para isso devo escrever artigos, vivenciar congressos e seminários, ganhar experiências acadêmicas para construir um currículo recheado.
Vamos lá!
2.2013

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Férias Tumultuadas

Férias, mas minha cabeça não. Alguns problemas e decepções no trabalho me fizeram questionar minha formação em Pedagogia e me deixou muitas dúvidas. Que caminho seguir?
Seguir a regra ou a minha intuição?
Ainda refletindo muito...

sábado, 1 de junho de 2013

Muitos conhecimentos e experiências em 8 dias

“Eu sou feliz
Sou muito educado
Gosto de estudar
Sou criança Motivar”

 Esses 8 dias aos quais me refiro no título é o período de estagio supervisionado de observação. Esse primeiro estágio tem como objetivo relatar o que foi visto e vivenciado no 1º ano do Ensino Fundamental I, turno matutino, sob a regência da professora Elis, na Escola Motivar, situada à Rua Engenheiro Rubens Pires Ferreira, 190 – Federação.

Foi confrontada teoria com a prática, possibilitando construir novos conhecimentos.  Para isso, foi necessário analisar a metodologia, a dinâmica da escola, a interação entre os  alunos e destes com a professora no cotidiano escolar.

Durante esse período de 30 horas (de 13 a 22/05/2013),  a observação contribuiu para desenvolver outro olhar sobre a educação e assegurar a aquisição de conhecimento, seguindo, assim, no caminho de minha formação como uma professora consciente e reflexiva, ou seja, uma boa profissional.
A Motivar foi fundada em 1978 e oferece Educação Infantil e Ensino Fundamental I. Atualmente possui 224 alunos, distribuídos em 18 turmas (9 matutinas+9 vespertinas), 13 professores e 13 funcionárias, incluída aí a coordenadora pedagógica. A instituição possui um museu com fósseis de animais e com modelos dos órgãos do corpo humano.

Além disso, possui quadra de esportes, uma área com vários tipos de jogos, muitos brinquedos, como bonecas, sucatas e fantasias, tudo para exercitar a criatividade, a interação  e o brincar na hora do recreio.

Para referendar essa visão da escola, podemos usar VYGOTSKY (1989). Segundo ele, o brincar desenvolve a cognição:
“É no brinquedo que a criança aprende a agir numa esfera cognitiva, ao invés de uma esfera visual externa, dependendo das motivações e tendências internas e não dos incentivos fornecidos pelos objetos externos.”
Ainda sobre essas atividades, PIAGET (1978) afirma que “para manter o equilíbrio com o seu mundo o educando necessita brincar, jogar, criar e inventar”. 

A escola não possui biblioteca, mas tem livros em todo lugar e estão acessíveis às crianças. Sem contar que possui um projeto de “Ciranda Literária”, em que uma vez por semana os discentes levam para casa um paradidático para ser lido juntamente com os pais.

É nesse cenário que aprendi muito com as prós Juci e Elis, além de conviver com os alunos. A professora Juci é diretora e coordenadora pedagógica da escola, com a experiência de 37 anos em educação. É uma pessoa simples, doce, mas firme quando necessário e as crianças a amam. Participa de tudo, desde planejamento, passando pela decoração, conversa com os pais até ministrar aulas. Conversei todos esses dias com ela a respeito da metodologia, sobre referenciais teóricos, disciplina e limite. Nos primeiros dias, admito que ficava com a cabeça refletindo tudo que vi e debati com a pró Juci.

Além disso, percebi que o que me foi apresentado era concreto. Tive contato, por exemplo, com diversos trabalhos coletivos permeados pela interdisciplinaridade. Esses trabalhos ficam expostos no pátio da escola para apreciação dos professores, alunos e pais. 

Sobre a interdisciplinaridade e a realidade escolar, segundo PETRAGLIA (2001 apud GERHARD e ROCHA FILHO, 2012), embasada nas ideias de Morin:

“O currículo escolar é mínimo e fragmentado. Na maioria das vezes, peca tanto quantitativa  como qualitativamente. Não oferece, através de suas disciplinas, a visão do todo, do curso e  do conhecimento uno, nem favorece a comunicação e o diálogo entre os saberes; dito de outra forma, as disciplinas com seus programas e conteúdos não se integram ou complementam, dificultando a perspectiva de conjunto e de globalização, que favorece a  aprendizagem. “

LÜCK (1994 apud GERHARD e ROCHA FILHO, 2012) ainda afirma:

“Interdisciplinaridade é o processo que envolve a integração e o engajamento de educadores, num trabalho conjunto, de interação das disciplinas do currículo escolar entre si e com a realidade, de modo a superar a fragmentação do ensino, objetivando a formação integral dos alunos, a fim de que possam exercer criticamente a cidadania, mediante uma visão global de mundo e serem capazes de enfrentar os problemas complexos, amplos e globais da realidade atual.”
Aprendi muito com ela, apesar de não concordarmos em algumas ideias, mas na diferença é que mais se aprende.

A professora Elis, regente da turma que observei, é pedagoga e alfabetizadora, há 11 anos na Motivar. Aprendi com ela sobre plano de aula, metodologia, mas, acima de tudo, a ensinar com amor e limites. Todas as manhãs, quando entram na sala, a professora cumprimenta os discentes de forma carinhosa. 

Outro ponto interessante dessa vivência é que, antes de introduzir algum assunto, a pró Elis abre discussões sobre o tema, fazendo com que os alunos falem e tragam suas experiências e seus conhecimentos. É uma forma de saber qual o nível de entendimento da classe sobre determinado assunto. Portanto, a referida professora procura utilizar atividades diversificadas para melhor atingir os objetivos de aprendizagens, seja vídeos, cantigas, histórias. 

Segundo FREUD (1914), o mais importante é a relação professor-aluno, pois:
“(...) não é fácil identificar o que teve maior influência na caminhada escolar dos alunos, mas, certamente constata-se que a personalidade dos professores atua de modo significativo na construção do conhecimento humano.”
Apesar da contestação da pró Juci, foi possível notar que as teorias podem ser colocadas em prática, adaptando-as à realidade de cada turma. Esse, para mim, foi o principal ganho: a reflexão sobre a prática.

Como falei anteriormente, a minha aprendizagem não foi só com as professoras Elis e Juci, mas também com as crianças, seja observando-as brincar com o estojo (o imaginário celular), seja em um chamado tímido, seja observando momentos mágicos, como os alunos lendo com certa facilidade. Essa vivência contribuiu bastante para minha formação profissional e pessoal, permitindo-me visualizar um pouco o que é ser uma boa professora.

REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa. 3 ed. Brasília: A Secretaria, 2001.

FREUD, S. Algumas reflexões sobre a psicologia do escolar, 1914. In: Freud, S. Obras Completas. RJ. Imago, 1974. V 13.

GERHARD, Ana Cristina e ROCHA FILHO, João Bernardes (2012). A Fragmentação dos Saberes na Educação Científica Escolar na Percepção de Professores de uma Escola de Ensino Médio. Disponível em <http://www.if.ufrgs.br/ienci/artigos/Artigo_ID287/v17_n1_a2012.pdf> Acesso em 20/04/2013.
PIAGET, Jean. A formação do símbolo na criança. Rio de Janeiro: Zarar, 1978.

SANTOS, Selma Mara Nunes dos. Interdisciplinaridade: uma Possibilidade de Superação da Fragmentação do Saber. Disponível em < http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/966-4.pdf> Acesso em 18/05/2013.
ViGOTSKY, Lev. S. Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1989, p. 109.






sábado, 18 de maio de 2013

Experiências + Questionamentos = Novos Conhecimentos

Esse semestre tem sido conturbado, principalmente por agora. São 8 disciplinas, uma atividade apenas e um fórum pontuado. Além disso, entre as matérias, temos Estágio 1 (observação).
Tive que correr contra o tempo para fazer essas atividades e depois procurar uma escola para cumprir 30 horas de estágio. Acertada a a instituição, comecei em uma sala de 1° ano do Fundamental I.
Nessa primeira semana, foram muitas ideias novas que me deixaram a mil por hora. A conversa com a diretora/coordenadora pedagógica da escola me deixou zonza: assumiu não ter referenciais teóricos, primar pela disciplina e ordem, dar limites tanto aos pais como aos alunos. Sem contar que questionou o meu posicionamento e escolha pela escola que meu filho estudou. Como mãe e educadora, aceitar aquela situação que Felipe passou lá?
Nossa, foi um choque de realidade. E o choque é bom para sairmos da zona de conforto, repensarmos práticas e idéias consolidadas. Eu gosto disso!
Mesmo as experiências ruins que temos tido na faculdade servem para nos tornamos mais flexíveis, ganharmos novos contornos. Esses embates nos balançam e tiram as folhas amareladas. É desgastante, porém vale a pena.

01.2013